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Cinéfilos de plantão: sete filmes que são destaques no cinema nacional!

Foto Divulgação

Você ama filmes nacionais? Sabia que tem um dia inteirinho dedicado a eles? Nesta terça-feira, dia 19 de junho, é celebrado o Dia do Cinema Nacional. E em homenagem à data, selecionamos sete filmes que estão entre os mais queridos do cinema. E você, qual seu filme nacional preferido? Venha conferir nossa seleção!

De pernas para o ar (2010)

Foto: Divulgação

Esse filme agradou em cheio ao público feminino porque é uma comédia super leve que traz assuntos de empoderamento feminino, entre eles a liberdade de conhecer e comprar produtos do segmento erótico. A protagonista do filme é Alice (Ingrid Guimarães), que vive uma vida voltada ao trabalho e à família, mas do nada se vê desempregada e seu marido a pede divórcio. O pulo da gata aqui é quando sua vizinha Marcela (Maria Paula) lhe convida a ser sócia de um sex shop e ela descobre o universo divertido dos sexy toys e a volta por cima depois de um período conturbado.

Os homens são de Marte… e é pra lá que eu vou (2014)

Sabe aquele filme que vale a pena reunir as amigas para dar muita risada? Esse aqui é um deles. O destaque aqui é a trama de Fernanda (Mônica Martelli), de 39 anos, que trabalha organizando casamentos, mas vive sem muita sorte nos relacionamentos. Mais conhecida como “dedo podre”, ela atrai cada figura que fica fácil a gente reconhecer uma amiga ou até nós mesmas em algumas situações do dia a dia. O filme mostra de forma divertida os figurões que Fernanda conhece e sua expectativa em busca de um amor.

Que horas ela volta? (2015)

O filme passeia entre o drama e a comédia e traz a história de Val (Regina Casé), doméstica que mora na casa dos patrões, uma família de classe média alta que vive em São Paulo. Val mantém uma relação distante com sua família, sobretudo, com a filha Jéssica (Camila Márdila), que procura a mãe com o objetivo de estudar para o vestibular. O filme é de emocionar mesmo, e mostra uma história muito comum entre tantos lares brasileiros. Isto é, a típica doméstica que os patrões dizem “ser da família”. Com a chegada de Jéssica, a estrutura da família é balançada devido à sua postura e questionamentos, já que a jovem está longe de se prender às convenções sociais. Quem ainda não viu, vale a pena conferir!

O filme da minha vida (2017)

Com direção do ator Selton Mello, o filme é um drama que conta a história do personagem Tony (Johnny Massaro), que volta à sua cidade de origem, Remanso, na Serra Gaúcha. Mas descobre que o pai não vive mais no local, e que foi à França em busca da família que ainda reside lá. O filme mostra os anseios de Tony, que se torna professor em meio às suas inquietudes da juventude. A história foi baseada no romance “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta.

O homem que copiava (2003)

Foto: Divulgação

Neste filme, André (Lazáro Ramos), de 20 anos, que mora com a mãe e trabalha em uma fotocopiadora em Porto Alegre, vive uma vida simples e até um pouco entediante, até se apaixonar por Sílvia (Leandra Leal). A motivação de André gira em torno de tentar comprar um presente de R$ 38 reais para a mãe de Sílvia, a fim de impressioná-la. Tudo começa quando sua colega de trabalho Marinês (Luana Piovanni) sugere que ele possa fazer cópias de notas de cinquenta reais. O filme traz um pouco de humor sem deixar de fazer uma crítica social.

Os Normais (2003)

Foto: Divulgação

“Os Normais” foi uma série de tv brasileira exibida entre 2001 e 2003, que trazia a divertida história do casal Vani (Fernanda Torres) e Rui (Luis Fernando Guimarães). Em 2003, a série virou filme e destacou como o casal se conheceu. O filme foi um grande sucesso de bilheteria, e é garantia certa de boas gargalhadas.

Bicho de sete cabeças (2000)

Foto: Divulgação

O filme é forte e traz na narrativa uma dura crítica sobre o sistema manicomial do Brasil. O longa foi inspirado no livro autobiográfico “O Canto dos Malditos, de Austregésilo Carrano, que passou três anos em um manicômio por porte de maconha. A história é vivida nos cinemas pelo personagem Neto (Rodrigo Santoro), que foi internado pela família na esperança de afastá-lo das drogas. O filme é sem dúvida um dos grandes papéis na carreira do ator Rodrigo Santoro.  

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