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Dá para se dar bem no mercado de trabalho sem falar inglês?

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(Foto: Shutterstock)

O mundo está globalizado e quem está fora desse processo poderá ser expurgado do mercado no futuro. Essa onda é irreversível e arrasadora, vai pegar a todos como um tsunami, e os profissionais devem se preparar para entrar competitivamente no mercado ou se manter nele com o mínimo necessário que os leve a ser considerados como contribuintes e participantes ativos do crescimento da empresa.
O idioma universal para os negócios é o inglês e isso já não é mais tratado apenas como uma competência adicional para os profissionais. Falar outro idioma, inglês em primeiro lugar, passou a ser determinante para o sucesso e crescimento dentro das organizações. Os anúncios de vagas para níveis gerenciais, quase em sua totalidade, pedem inglês fluente como condição necessária para participar do processo seletivo. Quando analisamos a empresa, às vezes percebemos que se trata de empresa nacional e sem nenhuma filial no exterior. O que ocorre é que as empresas sabem que precisam ou precisarão em breve fazer negócios fora do país e que, se seus executivos não forem fluentes em inglês, poderão perder espaço para os concorrentes que estejam mais preparados nesse item.
Não é mais aceitável o uso de intérpretes ou tradutores para que um profissional tenha acesso a informações vindas de outros países ou até mesmo geradas no Brasil, mas em inglês. Já ensina o velho ditado que “todo tradutor é um traidor”, pois o entendimento do que foi dito ou está escrito depende do universo de saber do receptor da informação e os profissionais que trabalham na área de tradução, quase inevitavelmente, não terão os conhecimentos técnicos necessários para interpretar com clareza a informação recebida. Já o profissional tecnicamente habilitado conseguirá traduzir palavras e transformá-las em informação quando estas devidamente entendidas se unem ao seu conhecimento acumulado (aliás, usualmente chamamos isso de background).
Pense bem, algum leitor vai visitar o sítio de uma empresa? Não ele visita o site. Fornecemos o nosso endereço eletrônico ou o e-mail? Falamos pelo “aplicativo o que é” ou pelo whats app? Nos relacionamos pelo “Livro de Fotos” ou pelo Facebook? Comemos um hamburguer com queijo derretido ou um cheeseburger(na forma coloquial xburguer)? E no computador então: notebook, desktop, delete, login, download, word, windows, pen drive, internet. No happy hour (vá de táxi) ou no almoço??? Drink, delivery, hot-dog, drive thru, fast food e de sobremesa um milkshake. No trabalho (vou de blazer ou jeans): stress, dead line, slide, time. No regime preferimos alimentos diet ou light? Nos relacionamentos: brother, man, garota top. O inglês faz parte de nossa vida e precisamos assumir isso definitivamente, tornando o seu conhecimento em uma obrigação. E, para colocar uma chilli pepper na conversa, não se esqueça que os que fazem diferença mesmo, além do inglês fluente, já falam espanhol e mandarim.
Foi bom escrever sobre isso e, se eu continuo escrevendo, vai virar um best seller. Agora preciso espairecer um pouco e não sei se vou a um show de uma boy band, se passeio no shopping center ou se ouço um jazz, um rock ou até um funk. Talvez eu vá praticar um esporte: volley talvez!
Sucesso!

Especialista em RH, pós graduado em gestão de negócios. É ex-diretor de RH do famoso hotel Maksoud Plaza.

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