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Afinal, o óleo de coco é mocinho ou vilão?

óleo de coco
Publicado em abril 18, 2017 pela Redação

Até pouco mais de um mês, o óleo de coco era tratado como o super-herói das gorduras vegetais. Aquele que a gente devia e podia usar para tudo, com a garantia de um monte de benefícios para a saúde.
Vários famosos estimulavam seu consumo, programas de receitas na TV recomendavam que ele substituísse o azeite, a internet listava suas maravilhas e por aí vai. Era uma verdadeira febre do óleo de coco.
Só que de umas semanas pra cá, tudo isso começou a cair por terra. Várias sociedades médicas estão se posicionando contra os supostos benefícios decretados por seus consumidores.
Então vamos aos fatos: o óleo de coco não emagrece, nem acelera o metabolismo ou favorece a função cerebral. Os tipos de gorduras presentes no óleo de coco sabidamente aumentam o LDL (o colesterol ruim), que está relacionado a um aumento do risco de infarto e derrame, de acordo com os estudos de longo prazo presentes na literatura médica.
O óleo que está associado a benefícios à saúde, juntamente com uma dieta rica em frutas, legumes e frutos do mar, é o azeite de oliva. Conhecida como mediterrânea, esta dieta tem relação direta com a longevidade.
O modismo criado ao redor do óleo de coco não tem comprovação de benefícios até o momento, podendo causar até a malefícios, dependendo da quantidade utilizada e frequência.
Minha recomendação é evitar seu consumo e preferir o azeite de oliva com moderação, já que todos os óleos são ricos em calorias.

Timespacomulher-Assinatura-DrRenatoZilli

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