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Anda esquecida? Teste sua memória e veja se é hora de procurar um médico!

lembretes
Publicado em abril 3, 2017 pela Redação

Todo dia de manhã você se atrasa para sair de casa porque não sabe onde deixou a chave do carro? É daquelas que chegam no supermercado para comprar farinha e azeite e quando volta para casa tem cinco sacolas na mão, mas nenhuma delas com as duas únicas coisas de que você realmente precisava? Vai contar para os amigos sobre uma viagem que acabou de fazer e esquece o nome dos lugares que queria indicar?
Todo mundo tem lá algum tipo de lapso de memória, mas, afinal, até que ponto é um esquecimento aceitável? Se todo mundo esquece uma coisa ou outra, como diferenciar o normal de uma doença? Pelo aumento dos diagnósticos de Alzheimer, esse fantasma vive atormentando as pessoas que, ao primeiro sinal de falhas, já se lembram do “alemão”, por assim dizer.
De uma maneira bem simples, temos 2 critérios para chamar ou não um esquecimento de doença. O primeiro critério é que realmente esteja ocorrendo uma piora em relação ao que era antes. Nesse sentido, não vale dizer que “minha memória está ruim se ela sempre foi assim”. Ou então “estou com dificuldade para guardar nomes ou números, mas sempre tive”. Também não vale, por exemplo, dizer que não consegue fazer algo, se na verdade você nunca fez: “não consigo cozinhar, mas nunca cozinhei…” Precisa ser algo comparativamente diferente do que era!
O segundo critério para se dizer que estamos diante de uma doença é que a pessoa afetada por um problema de memória precisa estar tendo efetivamente um prejuízo funcional com isso. Ela já não consegue ter o mesmo desempenho que antes devido a memória. Esquece de pagar as contas, falta em compromissos, perde-se em lugares que sempre conheceu… Funcionalidade abalada. Esse é o ponto!
Resta a pergunta. Mas se eu estou com a memória ruim e não tenho nenhum desses dois critérios, o que será que eu tenho? A melhor forma de descobrir isso é expor a questão a um médico da área e verificar principalmente como anda o seu emocional, que é um grande vilão.
Outra forma de trabalhar isso é exercitando o cérebro. Sites/apps como o MenteTurbinada tem ajudado milhares de pessoas. Invista na sua memória!

Timespacomulher-Assinatura-DrPauloCamiz

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