TIM espaço mulher

Socorro, meu filho sofre bullying! Como agir numa hora dessas?

bullying
Publicado em março 2, 2017 pela Redação

Uma pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que, em média, metade das crianças e jovens do mundo foi vítima de bullying em algum momento da vida. A consulta entrevistou 100 mil crianças de 18 países do mundo.

No Brasil, o percentual é 43%, de acordo com o relatório. A taxa nacional é semelhante a de vizinhos latinos – como Argentina (47,8%), Colômbia (43,5%), Uruguai (36,7%) e Chile (33,2%) – e a de alguns países considerados desenvolvidos – como Noruega (40,4%), Espanha (39,8%) e Alemanha (35,7%).

O Bullying é um assunto sério, e que pode levar a grandes consequências negativas para quem sofre. Então, não vamos pensar que é só uma brincadeirinha e que irá passar, pois em muitos casos não passa e a vítima pode desenvolver diversos sentimentos negativos chegando até mesmo a depressões graves e suicídios.

O Bullying não é apenas uma agressão física, ele também pode ser verbal, por exclusão social e atualmente até mesmo por redes sociais (Cyber Bullying).

cyber bullying
Cyber bullying: pelas redes sociais, o bullying pode ser tão nocivo para a autoestima quanto o que acontece na escola.

Entretanto, em muitos casos os filhos acabam não contando para os pais o que está acontecendo, então é sempre bom os pais estarem atentos em mudanças repentinas de comportamento do filho, alguns exemplos mais comuns são começar a evitar a escola, não por preguiça mas sim por medo, começar a sentir-se cada vez mais inseguro e isolado das outras crianças, quando perguntado sobre os amigos a criança se esquiva da pergunta, as notas escolares podem começar a baixar rapidamente, choros, ataques de pânico, entre outros aspectos.

A escola, por sua vez, deve alertar os pais a ficarem mais atentos no que está acontecendo, conversar mais com os filhos, mas sem fazer nenhuma pressão, isso irá piorar. Tente sempre ir perguntando vagarosamente e conversar com a professora da escola sobre o que você está vendo em casa.

bullying 2
Não é brincadeira, não: vítimas de bullying geralmente apresentam mudanças de comportamento, se isolam, são tristes, podem desenvolver depressão e, em casos mais graves, até cometer suicídio.

 

Agora, o que podemos fazer para combater isso? Existem algumas atitudes a serem ensinadas para a criança, e claro conversar com a escola sobre o que está ocorrendo para que eles possam agir em conjunto com você. Ensinar o seu filho a não dar importância a isso pode ser difícil, mas será necessário, ele deve aprender a levar isso na “esportiva”, para que o comportamento do agressor pare, este comportamento esta ligado a autoconfiança da criança que deverá ser muito estimulada para ser desenvolvida.

A briga física, retaliação, vingança não são boas saídas, provavelmente irão gerar mais ofensas e ficarão neste ciclo vicioso e sem resolução. Então, não pense em devolver na mesma moeda, isso geralmente não ocorre bem.

Lembre-se que a escola e os pais podem e devem trabalhar em conjunto para que isso pare de acontecer dentro da escola, assim como, evitar que outros sofram com isso também. Sendo assim, pais não tentem resolver tudo sozinhos, contem com a escola e por muitas vezes podem procurar orientação de um profissional para saber lidar melhor com o que está ocorrendo.

Timespacomulher-Assinatura-DrYuriBusin

ÚLTIMAS NOTAS

Insira o número do PINCODE

· Serviço exclusivo para clientes TIM

· Receba dicas que toda mulher precisa saber!